O Manifesto da Revolucao
Chega. Por que continuarmos? Por que nos sujeitarmos? Não. Chega. Abandonemos agora essa roupa de seda falsa que reveste a sociedade e vincula a vida e a existência a valores infundados e mundanos.
Abandonemos a arcaica concepção de mundo e homem que domina o inconsciente populacional e condena os homens ao sofrimento das guerras santas e à luta por ridículos sonhos perecíveis.
Abandonemos os falsos profetas, as falsas religiões, os falsos sistemas, a falsa ciência, a falsa benevolência, a falsa piedade.
Não nos sujeitemos a conviver escondidos por trás de lindas muralhas de hipocrisia, que separam raças, credos, línguas, povos. Os bons costumes são apenas preceitos criados para esconder a covardia e a maldade entrevadas no coração dos moralistas.
Não nos deixemos governar pelo medo de podres poderes, tão hegemônicos e ao mesmo tempo tão frágeis.
O que podemos esperar de uma sociedade que baseia sua riqueza na degeneração humana condenando muitos ao flagelo para que monstros possam usufruir de seus "valorosos" bens materiais?
Um processo desenvolvimentista atrelado ao possível caráter semi-conservativo da guerra só pode levar a autodestruição. Então, por que continuar? Aproveitem o momento pois dos rombos e remendos do capuz do carrasco-mór, florescerão a vida, a verdade, o amálgama que é universo, rasgando finalmente o desgastado tecido preto, manchado do sangue dos inocentes. Deixe que a magia volte a reinar e integre mais uma vez a conjuntura universal, esta terra de ninguém que se tornou o planeta água. Por falar em água, como já diziam os sábios, sejamos como a água. Esta forma perfeita de matéria, que com um suave toque derruba montanhas e assume as mais diversas formas e características, mantendo entretanto a mesma essência. Derrubemos as ideologias e deixemos fluir a vontade única, a verdade total, que está dentro de nós e de tudo a nossa volta. Não sejamos mais um velho maquinário de linha de montagem. Fechemos as escolas e fundemos a Escola, esta que todos conhecem mas nunca lhe foram apresentados e nunca a aceitaram.
O momento é propício, a situação é insustentável. Acabaremos com o suplício de raças e espécies, e assumiremos a irmandade, a verossimilhança da consciência total, e a vida de todas as realidades.
Estas são inúmeras, mas na verdade, são todas uma só. Olhem e encarem a realidade. Nela, perceberão que a ciência, a religião, a bondade, verdade, o amor, são, de fato, o mesmo. Partes da grande e onipotente perfeição.
Mergulhem na realidade.
Façam a REVOLUÇÃO.
Enviado por ¢ä®ö£ (/)äñ§öñ ás 8:00 PM |




